Embolização endovascular na epistaxe posterior: revisão de resultados e complicações
Résumé
A epistaxe é uma condição otorrinolaringológica comum, com prevalência em 60% da população geral ao longo da vida, embora apenas uma pequena parcela dos casos exige intervenção médica especializada. Na maioria das vezes, o sangramento é anterior, originando-se do plexo de Kiesselbach, e responde bem a medidas conservadoras, como compressão digital, vasoconstritores tópicos e cauterização. Entretanto, a epistaxe posterior, mais profunda e de difícil controle, ocorre principalmente em pacientes idosos ou com comorbidades, como hipertensão e coagulopatias, sendo frequentemente refratária ao tratamento clínico convencional. Nessas situações, procedimentos cirúrgicos como a ligadura endoscópica da artéria esfenopalatina apresentam alta taxa de sucesso, com baixos índices de complicações (Franke et al., 2020).
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10.56344/2675-4827