Embolização endovascular na epistaxe posterior: revisão de resultados e complicações

  • Maria Beatriz Pavaneli Pugin
  • João Pedro Savoreto Matos
  • Lorena Rodrigues Dias
  • Luiz Eduardo Assef Taube
  • Carolina Brotto de Azevedo

Résumé

A epistaxe é uma condição otorrinolaringológica comum, com prevalência em 60% da população geral ao longo da vida, embora apenas uma pequena parcela dos casos exige intervenção médica especializada. Na maioria das vezes, o sangramento é anterior, originando-se do plexo de Kiesselbach, e responde bem a medidas conservadoras, como compressão digital, vasoconstritores tópicos e cauterização. Entretanto, a epistaxe posterior, mais profunda e de difícil controle, ocorre principalmente em pacientes idosos ou com comorbidades, como hipertensão e coagulopatias, sendo frequentemente refratária ao tratamento clínico convencional. Nessas situações, procedimentos cirúrgicos como a ligadura endoscópica da artéria esfenopalatina apresentam alta taxa de sucesso, com baixos índices de complicações (Franke et al., 2020).

Publié-e
2026-04-22
Comment citer
PUGIN, M. B. P.; MATOS, J. P. S.; DIAS, L. R.; TAUBE, L. E. A.; AZEVEDO, C. B. DE. Embolização endovascular na epistaxe posterior: revisão de resultados e complicações. Sciences de la santé et Éducation, v. 6, n. 3, 22 avr. 2026.