Impacto da atividade física na qualidade de vida de pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada: revisão integrativa
Abstract
A insuficiência cardíaca (IC) representa uma causa significativa de morbimortalidade em nível global (Saeedi et al., 2019). Trata-se de uma síndrome clínica caracterizada pela incapacidade do coração de bombear sangue e oxigênio em quantidade suficiente para suprir as demandas metabólicas dos tecidos (Saeedi et al., 2019). Conforme Castiglione et al. (2021), a classificação da IC baseia-se na fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE), sendo categorizada em: IC com fração de ejeção preservada (ICFEp), intermediária (ICFEm) e reduzida (ICFEr). A ICFEp, mais prevalente entre os portadores de IC, é predominantemente associada à disfunção diastólica e frequentemente decorre de lesões cardíacas provocadas por comorbidades ou distúrbios de acúmulo (Castiglione et al., 2021). Essa condição afeta aproximadamente 64 milhões de pessoas em todo o mundo, e sua prevalência vem aumentando em razão do envelhecimento populacional, da maior carga de comorbidades e fatores de risco cardiovasculares, além da maior sobrevida pós-infarto do miocárdio.
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10.56344/2675-4827